Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Este blog vive da moda em geral, desta forma de arte intemporal, que se faz e recria a si própria num acto de permanente adequação mas, ao mesmo passo, de perpétua inovação.

Uma forma de criação do espírito humano, que não se fica simplesmente nas roupas, mas também no calçado ou na joalharia.

E é desta última que se vem falar hoje. Não de toda a joalharia, nem de todos os joalheiros, mas sim de um muito especial: René Lalique.

Este que foi, certamente, um dos maiores criadores Art Nouveau nesta área, elevando-a a um nível nunca antes experienciado.

Motivos animais e vegetais são uma constante em toda a sua obra, com recurso a pedras preciosas e semipreciosas e ao vidro (ou não tivesse sido também mestre vidreiro), que se vão transfigurando em formas imprevisíveis. Tornando o onírico uma realidade tangível.

Calouste Gulbenkian percebeu o grande valor deste artista e reuniu na sua colecção uma grande quantidade de peças exemplificativas do génio de Lalique.

Podem ser hoje vistas no museu Gulbenkian, num remate à sua exposição permanente, e prometem não sair da memória por um longo período de tempo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por: David Silva Revés



publicado por stylolisboa às 03:20 | link do post | comentar
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